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“... quem nos bate à porta, perdido, abandonado, doente, em auto destruição, excluído, siga o caminho natural do ser humano: se realize, seja parte do todo que é a sociedade...”
PROJETOS ALBERGUES

"...melhorar a qualidade e aumentar a capacidade de resposta..."
Projecto de Reabilitação e Ampliação do Albergue Dª Margarida

A dimensão e a qualidade dos serviços prestados actualmente pela AANP colocam-na entre as Instituições nacionais de cariz social com maior e melhor capacidade de intervenção multidisciplinar no apoio prestado às pessoas que se encontram na situação de Sem-Abrigo

Não obstante o enorme esforço financeiro que representa para a Instituição a manutenção deste tipo de respostas sociais, só suportado graças à excepcional generosidade dos seus sócios e benfeitores - o Acordo de Cooperação com ISS, IP, que vigora desde 2008, apenas contempla uma comparticipação de cerca de 70% das despesas diárias de funcionamento destas respostas - a AANP não poderia ficar indiferente à grave e generalizada crise socioeconómica que afecta transversalmente todas as sociedades modernas e que tem provocado um significativo aumento do número de pessoas em situação de extrema precariedade e risco de exclusão social.

Durante o ano de 2011, comparativamente com o ano anterior, verificaram-se mais cerca de 20% de pedidos de auxílio formulados quer pelas próprias pessoas em situação de carência quer por intermédio das Instituições sociais que as acompanham mas que, também por efeitos da crise, elas próprias deixaram de ter recursos humanos, materiais e económicos para satisfazer as necessidades básicas destas pessoas.

Por tudo isto, a AANP, imbuída do seu habitual elevado sentido de responsabilidade social, propôs-se empreender um extraordinário esforço financeiro por forma a proceder em 2013 ao início de obras de requalificação e ampliação das condições do serviço de acolhimento nocturno disponibilizadas no Centro de Alojamento Temporário - Albergue D. Margarida Sousa Dias, sito na Rua Mártires da Liberdade, 237, Cedofeita – Porto.

Com esta empreitada pretende-se em simultâneo melhorar as condições de alojamento – remodelar as actuais camaratas transformando-as em quartos de menor dimensão – e aumentar a capacidade de alojamento em cerca de 25% - passar de 60 para 75 camas – no sentido de responder às crescentes necessidades de apoio reveladas por uma faixa cada vez mais alargada da população Portuguesa.

Apadrinhe esta ideia com o seu contributo, ajudando-nos a crescer no sentido de uma maior e melhor solidariedade!

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Projeto Arquitéctonico

 

"...ir para além do horizonte de acção institucional e fomentar a cooperação e o trabalho em rede..."

A Associação dos Albergues Nocturnos do Porto (AANP) orgulha-se de pertencer e de ter sido a primeira impulsionadora desta extraordinária e completamente inovadora plataforma interinstitucional que tem como missão contribuir para a integração social das pessoas excluídas ou em risco de exclusão.

A Liga para a Inclusão Social surgiu na sequência da ideia da AANP de criar um campeonato interinstitucional de Futsal para dinamizar a prática de uma actividade desportiva no seu recém criado Ateliê Ocupacional – Alberg’Art – em Outubro de 2008.

Por forma a concretizar esta ideia do Campeonato Interinstitucional de Futsal, a AANP contactou algumas Instituições com quem mantinha uma parceria mais estreita em termos de intervenção técnica ao nível do tratamento, reabilitação e inclusão social, nomeadamente, Instituto da Droga e Toxicodependência, Hospital de Magalhães Lemos – Serviço de Reabilitação, Hospital São João – Serviço de Psiquiatria, Santa Casa da Misericórdia do Porto – Casa da Rua e Hospital Joaquim Urbano – Centro de Terapêuticas Combinadas, Espaço T, Associação de Planeamento e Família – Espaço Pessoa, Serviços de Assistência Organizações de Maria e Associação Cais.

A receptividade, interesse e disponibilidade destas Instituições para participarem nesta iniciativa foi de tal ordem positiva que rapidamente se formou, em Março de 2009, um grupo de trabalho interinstitucional com a missão de organizar e implementar o Campeonato de Futsal.

Na sequência da constituição deste grupo de trabalho e, sobretudo, do extraordinário espírito de cooperação interinstitucional que dele emanou, a AANP decidiu ceder imediata e graciosamente a sua posição de entidade promotora a este grupo de trabalho composto por um representante de cada uma das Instituições envolvidas sendo que todas partilham igual responsabilidade e comprometimento em relação à concretização dos projectos a desenvolver.

Este grupo de trabalho, que, entretanto, passou a ser designado por Liga para a Inclusão Social, assumiu como objectivo principal tornar-se num “ACTIVATÓRIO INTERINSTITUCIONAL” de oportunidades de inclusão social, quer através da promoção de actividades no âmbito do Desporto quer por intermédio de actividades Culturais como a Música, Teatro, Dança, Artes Plásticas…, que sejam verdadeiramente adequadas às necessidades, expectativas, limitações e potencialidades das pessoas em situação de exclusão ou risco de exclusão social.

Esta plataforma interinstitucional, que, entretanto, teve um aumento exponencial do número de membros - actualmente é integrada por cerca de 30 Instituições - é agora a única responsável pela organização, desenvolvimento, implementação e promoção de todos os Projectos de Inclusão Social (PIN’s) apresentados pela Liga para a Inclusão Social.

Neste momento, para além do PIN Desporto (Campeonato de Futsal) – início em Novembro de 2009 – distinguido pelo Instituto do Empreendedorismo Social com o prémio ES+ em 2012, a Liga para a Inclusão Social tem em curso também o PIN Música (Som da Rua) – início em Outubro de 2010 – o PIN Artes Plásticas (Escultura) – início em Fevereiro de 2011.

Certificado ES+
Liga para a Inclusão Social - Carta de Apresentação

 

"...o previsível cenário de insustentabilidade das instituições do 3º sector só será alterado através da adopção por parte dessas instituições de uma atitude proactiva e empreendedora na procura de alternativas de financiamento para as suas respostas..."

O Projecto Cogumelo Solidário é um exemplo de inovação pelo seu carácter de empreendedorismo social e elevado potencial de desenvolvimento que, unanimemente lhe tem sido reconhecido, nos mais diversos quadrantes sociais onde está a ser apresentado e que se reflecte no apoio recebido de diferentes parceiros para a sua concretização.

Desenvolvido na íntegra pela AANP numa lógica de gestão empresarial, este Projecto Social/Empresarial centra-se na produção e comercialização de cogumelos gourmet e medicinais.

Obedecendo aos mais rigorosos critérios de Qualidade, Higiene e Segurança Alimentar e Valores Ambientais, para além de promover a tão desejada Sustentabilidade Económica da Instituição e consequentemente de todo o trabalho realizado em prol do combate à exclusão social, tem ainda o mérito de salvaguardar quer a Sustentabilidade Social, através da criação de oportunidades de inserção profissional para pessoas em situação de exclusão, quer a Sustentabilidade Ambiental, por via da estrita observância dos preceitos ecológicos em toda a linha de produção dos cogumelos.

A produção de cogumelos será iniciada em novembro de 2012 e numa primeira fase consistirá na produção de cogumelos sendo as espécies escolhidas o Shiitake e o Reishi.

A comercialização iniciar-se-á previsivelmente a partir de Abril de 2013 e poderá, também conforme as necessidades e preferências dos consumidores, ser apresentado nas seguintes formas: fresco, seco, extracto aquoso.

O sucesso deste projecto assenta essencialmente na garantia de qualidade aportada pela inquestionável idoneidade dos inúmeros parceiros envolvidos na sua implementação dos quais se destacam, entre outros, a Fundação EDP, a Universidade Católica, a Associação Florestal de Vale de Sousa e a Mycotrend – Empresa de Biotecnologia Incubada em Laboratório Certificado Associado ao Estado.

Assim, mais uma vez e de forma inovadora, a AANP promove um projeto para conseguir fontes de receita alternativas, através da criação de uma empresa que visa financiar as respostas sociais, uma vez que todos os excedentes são revertidos na totalidade para o Serviço de Ação Social da instituição.

 

CENTRO DE ALOJAMENTO DE LONGA DURAÇÃO

A experiência da AANP, decorrente quer da intervenção e acompanhamento diários com a população Sem-Abrigo, quer da parceria com todas as Instituições que pertencem ao partenariado de apoio ao Sem-Abrigo da Cidade do Porto, permite constatar que, devido à enorme heterogeneidade de pessoas e situações que se encontram nesta condição, torna-se necessário criar novas respostas multidisciplinares distintas que se adeqúem às diferentes necessidades, limitações, potencialidades e expectativas das pessoas Sem-Abrigo.

A generalidade dos diagnósticos relativos à capacidade de integração destas pessoas aponta para a existência de três grandes grupos.

Grupo 1 – Constituído por pessoas que apenas necessitam de uma intervenção de curta duração (até 6 meses, contudo, este tempo varia sempre em função do diagnóstico individual) para atingirem o objectivo da integração profissional e/ou familiar. Segundo os dados da AANP, a percentagem de utentes nesta situação ronda os 15%;

Grupo 2 – Composto por pessoas que requerem uma intervenção de média duração (entre 6 a 18 meses, contudo, este tempo varia sempre em função do diagnóstico individual) para alcançarem a integração. Aproximadamente 55% dos utentes da AANP encontram-se nesta condição;

Grupo 3 – Formado por pessoas que reclamam uma intervenção de longa duração (superior a 18 meses) para tentarem a integração profissional e/ou familiar. Mesmo assim, estas pessoas podem nunca conseguir a integração. Cerca de 30% dos utentes da AANP enquadram-se neste grupo.

Em termos de respostas de alojamento disponíveis, verifica-se que, actualmente, apenas as pessoas que se situam nos Grupos 1 e 2 têm respostas adequadas às suas características, nomeadamente, os Centros de Alojamento Temporário e as Comunidades de Inserção. A inexistência de respostas específicas para as pessoas que se encaixam no Grupo 3 obriga a que sejam indevidamente encaminhadas para os Centros de Alojamento Temporário, para as Comunidades de Inserção e também, nos casos de ausência de vagas nestas respostas, para Quartos de Pensão subsidiados pelos serviços de acção social do ISS.

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